Estes elementos ontológicos são marcantes em sua trajetória artística, iniciada tão prematuramente em sua biografia a partir de uma caminhada artística que reflete o compromisso da arte com questões sociais e humanas.

O ARTISTA SOCIAL, THOMAS.JOSUÉ

Temas e preocupações evidenciados em sua inserção como um artista social nos anos 80, desenvolvendo trabalhos de arte educação com crianças em situação de risco na periferia de sua cidade. Assim como, nos anos 90, atuou como militante dos direitos humanos de pessoas em sofrimento mental no campo da atenção psicossocial, onde desenvolveu trabalhos com arte e saúde mental, lutando contra os estigmas e contra as instituições manicomiais que promoviam a desumanização e a opressão da liberdade de pessoas em situação de sofrimento mental grave. A função da arte nestes segmentos, como expressa o artista: “pode ser um caminho de resgate da cidadania e pode dar voz aquelas pessoas silenciadas pelo estigma da doença mental numa sociedade capitalista”.

A vivência da criação artística no contexto psicossocial, trouxe ao artista, a busca de uma formação acadêmica e artística plasmada por uma permanente e inquietante questão: a dimensão da experiência artística no pluralismo humano, na loucura e na diversidade social. O que evidenciamos em sua produção teórica como Mestre em Teoria da Arte onde desenvolveu uma discussão sobre a arte produzida por pessoas em sofrimento mental e, como Doutor em Antropologia, discutindo as interfaces da arte com o campo psiquiátrico hegemônico.

Atualmente, como professor e pesquisador da Universidade Federal do Pampa, pesquisa e leciona temas sobre arte e diversidade e arte outsider. Possui publicações no tema e colabora com projetos internacionais envolvendo arte no campo psicossocial.

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